Desde os tempos antigos, grandes pensadores refletiram sobre os pilares que sustentam uma sociedade equilibrada. Platão, em A República, já alertava que a decadência da música e da alimentação poderia levar a um povo fraco, manipulável e incapaz de se autogovernar. Hoje, ao observar a cultura de massa e os hábitos alimentares modernos, é impossível não perceber o quão proféticas eram suas palavras.


No diálogo, Platão enfatiza que a música molda o caráter. Ritmos caóticos, desarmônicos e desprovidos de profundidade tendem a embotar a alma, tornando as pessoas menos reflexivas e mais impulsivas. Se a música perde sua estrutura e se reduz a batidas repetitivas e mensagens vazias, isso se reflete na psique coletiva, levando a uma sociedade desprovida de valores elevados. Paralelamente, ele fala da alimentação como um fator essencial para a força física e mental. Um povo mal nutrido, que não consome os nutrientes necessários para sustentar sua vitalidade, torna-se fraco e dependente. Sem uma base alimentar sólida – e aqui podemos destacar a importância da proteína de alta biodisponibilidade, como carnes, ovos e outros alimentos densos em nutrientes –, o corpo e a mente perdem sua capacidade de resistência e discernimento.


Se Platão estivesse vivo hoje, provavelmente apontaria que vivemos exatamente no cenário que ele temia: uma cultura superficial que afasta as pessoas do pensamento crítico e uma alimentação pobre, que enfraquece o corpo e facilita a submissão a sistemas tirânicos. Mas há um caminho para resgatar a autonomia: o autoconhecimento. Quando compreendemos a importância de uma alimentação que realmente nutre e de uma música que eleva o espírito, damos um passo essencial para fortalecer nossa mente e corpo. Afinal, uma sociedade saudável começa com indivíduos conscientes e fortalecidos. Que escolhas você tem feito para nutrir sua alma e seu corpo?