Existem dois tipos de pessoas no mundo: as que buscam saber e as que preferem acreditar.


Acreditar é confortável. Dá um chão. Cria uma narrativa com começo, meio e fim. Acreditar nos livra da angústia de olhar para o que é.


Mas saber — saber de verdade — exige coragem.

A verdade, muitas vezes, não é doce. Ela rasga. Ela confronta. Ela desfaz as ilusões com as quais construímos nossa identidade.

Por isso, tantos rejeitam a verdade: não porque ela não faça sentido, mas porque destrói a mentira que os mantinha seguros.


A liberdade só é possível quando estamos dispostos a perder a ilusão que nos aprisiona.

E isso, poucas pessoas estão preparadas para fazer.


O que você escolhe: conforto ou verdade?